Embora me agrade a forma guerreira como o meu clube tem feito finca-pé ao FCPorto, nada me anima a forma desresponsabilizada como têm tratado o dossier contratações/formação.
Não posso aceitar que se compre e empreste em catadupa, sem critério, dando a sensação que apenas se pretende transaccionar, para que comissões para empresários e dirigentes sejam feitas na penumbra e dissimuladamente.
Só isso justifica que se empreste um jogador que chegou ao clube no início da época e se compre outro, ainda mais velho, para exercer as mesmas funções daquele que lhe deu lugar, ou seja, não jogar; só isso justifica que se compre um jogador por 6 milhões de euros e de imediato se empreste a um clube inglês. Repito: 6 milhões de euros para empréstimo…Como andam boas as finanças do meu clube.
Por outro lado, a busca incessante por avançados sul-americanos é uma fixação doentia que cega e impede dirigentes e treinadores de olhar para os jogadores que vão saindo da “cantera”.
Não estará no Paços de Ferreira o avançado que JJ tanto procura na América Latina, precisando apenas de ser moldado?!
Ah, é verdade, já é do Benfica, não dá direito a comissões…
É este o cenário de grande maioria dos clubes portugueses…comprar “ferro-velho” para tentar fazer dele alumínio...raramente funciona.
E depois surge o problema das naturalizações. É claro que surge! Se não formamos, temos que naturalizar já formados.
Como admiro, ainda que apenas isso, é bem verdade, a política de formação do Sporting!!!
Concordo Nelo! É das poucas coisas que o Sporting vai tendo de bom nos dias que correm! Verdade seja dita que já vem dos tempos do Futre e do Figo, mas como vês não basta.......
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