Rafael Nadal sucumbiu perante o seu compatriota e amigo, David Ferrer.
Quando já todos esperavam mais um duelo de titãs, na final, entre o espanhol e o suíço, Federer, eis que surge a grande surpresa da prova.
Tal como no ano passado, Nadal volta a ser traído por uma lesão, agora na coxa da perna esquerda.
Para o maiorquino, o jogo com Ferrer foi um tormento, quer em termos físicos quer em termos mentais. Uma lesão muscular sofrida no decorrer do primeiro set condicionou toda a estratégia de jogo e abalou-o em termos mentais.
As perspectivas de Nadal eram muito altas, tendo em conta o excelente ténis que vinha praticando. Ao deparar-se, logo no início do encontro, com um problema muscular, rapidamente percebeu que o objectivo, final, estava comprometido
A juntar a tudo isto, apareceu um David Ferrer que, embora jogando sempre o mesmo tipo de jogo - capaz de fazer durante 3 ou 4 horas -, apresentou-se a um grande nível, com fortes pancadas de direita, abrindo muito o court e obrigando Nadal a constantes deslocações, direita/esquerda.
Para quem defrontava um jogador lesionado, esta era a estratégia mais acertada. Foi o que fez Ferrer!
Contrariamente ao que perspectivara (à excepção de Rafa), estará um espanhol nas meias-finais deste torneio, defrontando Andy Murray. A outra meia-final opõe Federer a Djokovic.
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