À entrada para este europeu, a Dinamarca era catalogada como a selecção outsider do apelidado grupo da morte. Uma jornada volvida e os nórdicos perfilam-se como uma selecção temível da qual todos receiam.
É um facto que a selecção dinamarquesa tem uma das melhores defesas do europeu; é um facto que o duplo pivot de meio-campo é assertivo mas nada arrisca; é um facto que na frente joga um tal de n.º 9, que é Krohn-Dehli, um 10 a cair de maduro e um 11 que é Niklas e tem faro pelo golo. É um facto que “eles” são fortes…mas não mais do que nós!
São Vikings?! Sim, é o que reza a história. E nós o que somos?? Somos a força de uma nação que bem cedo mostrou ao mundo quem foi Bartolomeu Dias, quem foi Vasco da Gama, quem foi Pedro Álvares Cabral, quem foi D. Afonso Henrique, quem foi, quem são, o que são os portugueses.
Não necessitamos que Morten Olsen nos alicie com um favoritismo envenenado ou traiçoeiro. Se essa estratégia resultara outrora, hoje é inócua. Não nos resta outra alternativa que não a certeza de uma vitória, seja ela com a mão de Deus, seja ela com o pé ou a cabeça do “Diabo”.
Esta não é a selecção dos Magriços, dos Patrícios, dos Lusitanos ou sequer, dos pálidos Infantes de Saltillo, dos Tugas de Macau ou dos Navegantes do Sul.
Mas, hoje, esta é a nossa SELECÇÃO!!!
FORÇA PORTUGAL!!!

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